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“Os que morreram poderiam ser meus filhos”, o dia seguinte em Paraisópolis




Seria uma rua comercial das mais anódinas se não fossem as crianças em idade escolar que nesta segunda-feira ao meio dia examinavam o cenário da tragédia que conseguiu levar um punhado de jornalistas à segunda maior favela de São Paulo. Tem peixaria, ótica, salão de depilação, venda de alimentos… e um caminhão de lixo que se move com dificuldade pelas ruas estreitas e íngremes. Por causa do Baile da Dz7, nos fins de semana a zona sofre uma metamorfose total. O pancadão, megafesta que toma este canto de Paraisópolis atrai milhares de jovens e adolescentes do restante de São Paulo ou até de mais longe para dançar por horas no ritmo do funk que soa a todo volume em plena rua, em alto-falantes colocados em porta-malas. No domingo, às cinco da manhã, a polícia interrompeu a festa. Diz que perseguia dois suspeitos que tentaram se esconcder na multidão depois de atirar neles. O gás lacrimogêneo e as balas de borracha provocaram pânico e uma correria pelos becos que resultou na morte de nove jovens, de 14 a 23 anos. Nenhum era do bairro.

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